
Há cerca de 4 anos iniciei a psicoterapia com o Igor. Desde o começo, fui acolhida com muita gentileza, empatia e respeito. Ele é um profissional extremamente humano — além de inteligente, também é leve, bem-humorado e, desde a primeira sessão, me fez sentir à vontade.Ele me ajudou não apenas a compreender melhor meus sentimentos, mas também a desenvolver um olhar mais acolhedor sobre mim mesma. Tenho aprendido a reconhecer minhas dores e medos com menos julgamento, lidando com eles de forma mais saudável.Em momentos muito difíceis da minha vida, as sessões foram essenciais para que eu conseguisse atravessá-los com menos sofrimento. Seu apoio tem sido fundamental para o meu fortalecimento emocional e para que eu encontre mais equilíbrio.Hoje, consigo entender com mais clareza que mereço amor e cuidado. Sou muito grata.

Quando conheci o Igor, eu estava em uma fase bem complicada da minha vida. Tinha dificuldade de me posicionar, problemas de aceitação e vivia em ambientes onde quase não tinha outras pessoas negras, além de lidar com piadas e comentários sobre raça que, na época, eu nem sabia muito bem como enxergar ou responder. Eu ainda não tinha o letramento racial que tenho hoje.
Conheci o perfil dele na Psicologia Viva, mas acabei perdendo depois. Só que alguma coisa me fez procurar de novo, e fiquei horas tentando achar até conseguir marcar a primeira consulta.
Com o passar dos anos, consigo ver claramente o quanto evoluí. Aprendi muito sobre mim, passei a me posicionar melhor e entender várias questões que antes eu só guardava. E além da terapia em si, acho que construímos uma relação muito boa de confiança e acolhimento.
As sessões sempre tiveram muita leveza e descontração, mas sem perder a seriedade quando precisava. Uma coisa que sempre gostei foi como ele consegue conversar sobre praticamente qualquer tema e trazer reflexões muito importantes de uma forma natural, sem deixar tudo pesado.
Agradeço por toda ajuda, escuta e parceria nessa caminhada.

Procurei a terapia em um momento muito específico da minha vida, no aniversário da morte do meu pai. Eu acreditava que precisava apenas lidar com aquela data e com a saudade, mas, ao longo do processo, percebi que existia um luto que eu ainda não tinha realmente elaborado e que havia sentimentos que eu vinha guardando há muito tempo.
Com o passar das sessões, fomos entendendo que aquela dor também estava ligada a outras questões que eu carregava no dia a dia. Percebi o quanto eu era exigente comigo mesmo, como assumia culpas por situações que estavam fora do meu controle e como a ansiedade vinha, muitas vezes, da minha necessidade de tentar controlar tudo ao meu redor.
A terapia também me ajudou a entender comportamentos que eu repetia sem saber exatamente o porquê. Começar a perceber de onde eles vinham e o que eles representavam fez com que eu passasse a me enxergar de uma maneira diferente, com mais compreensão e menos julgamento.
Mais do que encontrar respostas prontas, o processo me ajudou a fazer perguntas que eu nunca tinha feito sobre mim. Hoje consigo reconhecer melhor o que sinto, entender alguns dos meus padrões e lidar com determinadas situações de uma forma mais consciente.
Cheguei buscando ajuda para lidar com uma perda, mas acabei encontrando uma oportunidade de me conhecer melhor e entender partes de mim que, por muito tempo, eu simplesmente não sabia como olhar.